tuntea pöly
sopra o pó. queime, absurdo do sentir. mas que pó me louva? há pó em carne?
30 de dezembro de 2011
Chega um, vai outro.
Outrem de ir, de ir o trem que não volta e que não sobe, nas paredes de
Um coração.
Vai este. Me dá aquele?
Um ano, muitas festas
Outro ano, muitas festas.
Talvez.
O que me fascina no fim dos anos
Seja a vontade de outros anos.
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